26 mobilizadores/as sociais e coordenadores/as do projeto de mobilização social da FETRAECE/PDHC do Ceará participam de encontro no Território do Sertão Central, o encontro em carater de intercâmbio está acontecendo nos dias 29 e 30 de novembro de 2011 sendo o encontro focado principalmente no contexto de atuação nos diversos espaços territórias ocupadaos pela mobilização social e seus resultados, tanto na atuação direta e indireta da mobilização social. E dentro do encontro tratamos sobre a politica nacional de formação PNF implementada pela CONTAG e o GES grupo de estudo sindicais, considerando que nos 02 territórios existe uma ação que foi reforçada no encontro que é sobre a criação de grupos sindicais nas comunidades e assentamentos acompanhados pelo PDHC.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Mobilização Social apoia e participa da IV FECEAF
IV Feira Cearense da Agricultura Familiar - FECEAF
A equipe de mobilização social FETRAECE/PDHC do território Sertão Central consciente da grande importância e necessidade ainda de fortalecer o processo da comercialização dos produtos oriundos da agricultura familiar tanto á nível municipal, estadual e nacional, e também por esta ser uma ação permanente integrada as atividades desenvolvidas via PDHC e movimento sindical os/as mobilizadores/as sociais mais uma vez contribuíram com a articulação, mobilização e inscrição dos agricultores/as para participarem da IV Feira Cearense da Agricultura Familiar.
A FECEAF realizada pela FETRAECE (Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura no Estado do Ceará) e da SDA (Secretaria do Desenvolvimento Agrário), com o apoio e patrocínio de diversos parceiros, dentre eles o Projeto Dom Helder Câmara / Secretaria de Desenvolvimento Territorial - Ministério do Desenvolvimento Agrário. Além da inscrição de trabalhadores/as rurais jovens/adultos que vieram participar dos seminários, palestras, oficinas de beneficiamento da produção (carne- frutas- leite- mel e peixe) realizadas simultaneamente.
A IV Feira Cearense da Agricultura Familiar aconteceu entre os dias 01 e 04/09/2011 no Parque de Exposições Governador César Cals, estiveram presentes na 4ª edição da FECEAF cerca de 300 agricultores/as feirantes e 120 agricultores/as capacitando do Estado. A Feira foi um momento de exposição e comercialização dos produtos da Agricultura Familiar como artesanato em palha de milho, couro e madeira, queijos, doces, cocadas, pé-de-moleque, sequilhos, mel, rapadura, tapioca, derivados do peixe como, bolinhas e buchadas de peixe, hortaliças, ovos, galinhas caipiras, animais - etc.
Além da direção executiva da FETRAECE, do secretário da SDA Nelson Martins, secretário adjunto Amorim, diversas autoridades estiveram presente na cerimônia de abertura da IV FECEAF, o secretário da SDT- Jerônimo Rodrigues; diretor geral do PDHC- Expedito Rufino entre outras autoridades. O Projeto Dom Helder esteve presente na feira através dos grupos produtivos dos territórios dos Inhamuns e Sertão Central. A programação da feira contou ainda com a exposição e comercialização de animais de pequeno porte (ovinos e caprinos). Sendo que no desfile de animais as comunidades acompanhadas pelo Projeto Dom Helder Câmara estiveram em destaque.
A cada ano a feira se fortalece e conquista mais adeptos, configurando-se como um importante canal de comercialização e divulgação dos produtos da agricultura familiar cearense. E assim toda equipe de mobilização social FETRAECE/PDHC – Sertão Central também se fez presente em todo o período de realização da feira junto á coordenação desta, contribuindo intensamente no apoio quer fosse sobre divulgação (distribuição de panfletos- folders) recolhendo informações referentes ao diagnóstico de (vendas, perfil dos/as visitantes, sugestões para as próximas feiras), repasse de informações para os participantes e apoio sobre a logística, deslocamento e hospedagem.
Mobilização Social apoia e participa da IV Macha das Margaridas
IV EDIÇÃO DA MARCHA DAS MARGARIDAS
Este trimestre foi marcado por ações de extrema importância para a classe trabalhadora rural (homens e mulheres) considerando todos os fatores de organização, mobilização, divulgação e reivindicação a fim de atender necessidades especificas e conquistar novas políticas públicas para o meio rural através da luta do MSTTR. E a 4ª Marcha das Margaridas foi uma das maiores ações do movimento sindical realizada neste período considerando todos os fatores mencionados.
A Marcha das Margaridas é uma ação estratégica das trabalhadoras rurais do Brasil, para garantir e ampliar as conquistas das mulheres do campo e da floresta. É um processo amplo de mobilização em todos os estados do país, promovido pelo Movimento Sindical das Trabalhadoras e Trabalhadores Rurais, sob a liderança da CONTAG - Confederação dos Trabalhadores na Agricultura, e das 27 FETAG's - Federações de Trabalhadores na Agricultura, congregando mais de 4000 Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, em parceria com Centrais Sindicais e Movimentos de Mulheres.
Ressaltando a relevância do envolvimento da mobilização social FETRAECE/PDHC em todas as ações de preparação da Marcha das Margaridas ora fosse para arrecadar recursos financeiros (rifas- torneios- quermesses- bingos) ou nas atividades de formação (reuniões do coletivo de mulheres- seminário estadual, regional e municipal) percebe-se que partindo da formação trabalhada nas reuniões de acompanhamentos e vivenciada em outros espaços de capacitação, além da construção prática deste aprendizado nas comunidades/assentamentos os/as mobilizadores sociais vem contribuindo no fortalecimento e protagonismo rural através da figura feminina de grandes mulheres.
A abertura da 4ª Marcha das Margaridas ocorreu no dia (16/08/2011) no Parque da Cidade, transformado em Cidade das Margaridas, em Brasília. Delegações de todo o País tomaram conta do pavilhão central, numa mistura de cores e sotaques diversos. Ministros de Estado, parlamentares, representantes dos movimentos sociais, das centrais sindicais, da CONTAG integraram a mesa, incluindo as 27 coordenadoras de mulheres de todas as Federações.
Em 2011, as margaridas marcharam por desenvolvimento sustentável com justiça, autonomia, igualdade e liberdade. A Marcha tem ainda, as seguintes razões:
ü Denunciar e protestar contra a fome, a pobreza e todas as formas de violência, exploração, discriminação e dominação e avançar na construção da igualdade para as mulheres;
ü Atuar para que as mulheres do campo e da floresta sejam protagonistas de um novo processo de desenvolvimento rural voltado para a sustentabilidade da vida humana e do meio ambiente;
ü Dar visibilidade e reconhecimento à contribuição econômica, política e social das mulheres no processo de desenvolvimento rural;
ü Contribuir para a organização, mobilização e formação das mulheres do campo e da floresta;
ü Propor e negociar políticas públicas para as mulheres do campo e da floresta.
EIXOS TEMÁTICOS - Plataforma política 2011
ü Biodiversidade e democratização dos recursos naturais - bens comum
ü Terra, água e agroecologia
ü Soberania e segurança alimentar e nutricional
ü Autonomia econômica, trabalho, emprego e renda
ü Saúde pública e direitos reprodutivos
ü Educação não sexista, sexualidade e violência
ü Democracia, poder e participação política
A IV Marcha das Margaridas foi a maior mobilização de mulheres da América Latina, cerca de 75 mil mulheres marcharam do parque da cidade até o planalto dos ministérios. E o estado do Ceará se fez presente com o número de 2.000 pessoas.
O Projeto Dom Helder Câmara apresentou 48 experiências exitosas de projetos produtivos desenvolvidos por grupos de mulheres e apoiou a participação de mulheres trabalhadoras rurais provenientes de comunidades e assentamentos da região semiárida brasileira, nos 08 territórios da cidadania onde atua.
O evento foi importante para aumentar a visibilidade do trabalho das agricultoras e para a integração entre os territórios, um exemplo de que é possível construir uma nova abordagem para a assistência técnica e para a promoção o desenvolvimento rural sustentável. Ao fim do evento, a Presidenta Dilma Rousseff recebeu uma amostra contendo vários dos produtos destas agricultoras apoiadas pelo Projeto Dom Helder Câmara.
Considerando toda a preparação desde o aspecto financeiro, sentimental, coletivo, político que perpassou pela articulação e organização até o ato de culminância da Marcha das Margaridas que foi o manifesto público a mobilização esteve incansavelmente entregue a esta causa que é nossa, e nasce do dia- a – dia de cada um/a que busca efetivar nas suas ações os sentimentos incorporados pela luta MSTTR na nossa prática integrada ao PDHC com objetivo de fomentar a transformação do ser humano transformando o semiárido.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Mobilização Social FETRAECE/PDHC Sertão Central realiza Seminário sobre Gestão e Organização das Cadeias Produtivas com ênfase em Apicultura
Seminário de gestão e organização das cadeias produtivas com ênfase na apicultura oferece aos mobilizadores/as sociais FETRAECE/PDHC do Sertão Central ferramentas de conhecimento teórico e prático para fortalecer a atividade apícola no território.
Aconteceu nos dias 28 e 29 de junho no hotel fazenda Parelhas/Quixeramobim o Seminário de Organização e Gestão das cadeias produtivas com ênfase na apicultura com a equipe de mobilização social FETRAECE/PDHC- Sertão Central, além dos 15 mobilizadores/as sociais e a coordenação, Rosa e Erbenia, estavam presentes o assessor de Política Agrária da FETRAECE, Vital, o diretor de Políticas Agrárias do STTR de Quixeramobim, Rogério.
A atividade teve o conteúdo teórico sobre a organização, gestão e créditos que potencializam a cadeia produtiva da apicultura, e trabalhos na prática voltados para produção de cosméticos: (Xampu – condicionador - loção para espinhas - sabonete líquido - sabonete glicerinado - pomada cicatrizante) à base de mel com a facilitação da instrutora Iraci Loiola.
Os mobilizadores/as sociais motivados com o aprendizado e muitos satisfeitos com os conhecimentos teóricos e práticos obtidos por meio de mais uma formação do plano anual de atividades da equipe propiciada pela parceria da FETRAECE com o Projeto Dom Helder Câmara, reafirmam sua missão e compromisso de continuar disseminando e multiplicando cada informação/formação adquirida que venha a contribuir no processo de fortalecimento das cadeias produtivas e no desenvolvimento social dos/as agricultores/as familiares. Os mesmos/as bem antes te retornarem para suas comunidades/assentamentos já planejaram atividades mais direcionadas aos grupos de jovens e mulheres objetivando repassar o aprendizado, a fim de despertar nos grupos a vontade de organizar-se sobre a possibilidade de tornar a produção de cosméticos a base de mel uma atividade complementar dos grupos de apicultores/as.
A atividade teve o conteúdo teórico sobre a organização, gestão e créditos que potencializam a cadeia produtiva da apicultura, e trabalhos na prática voltados para produção de cosméticos: (Xampu – condicionador - loção para espinhas - sabonete líquido - sabonete glicerinado - pomada cicatrizante) à base de mel com a facilitação da instrutora Iraci Loiola.
Os mobilizadores/as sociais motivados com o aprendizado e muitos satisfeitos com os conhecimentos teóricos e práticos obtidos por meio de mais uma formação do plano anual de atividades da equipe propiciada pela parceria da FETRAECE com o Projeto Dom Helder Câmara, reafirmam sua missão e compromisso de continuar disseminando e multiplicando cada informação/formação adquirida que venha a contribuir no processo de fortalecimento das cadeias produtivas e no desenvolvimento social dos/as agricultores/as familiares. Os mesmos/as bem antes te retornarem para suas comunidades/assentamentos já planejaram atividades mais direcionadas aos grupos de jovens e mulheres objetivando repassar o aprendizado, a fim de despertar nos grupos a vontade de organizar-se sobre a possibilidade de tornar a produção de cosméticos a base de mel uma atividade complementar dos grupos de apicultores/as.
Seminário de gestão e organização das cadeias produtivas com ênfase na apicultura oferece aos mobilizadores/as sociais FETRAECE/PDHC do Sertão Central ferramentas de conhecimento teórico e prático para fortalecer a atividade apícola no território.
Aconteceu nos dias 28 e 29 de junho no hotel fazenda Parelhas/Quixeramobim o Seminário de Organização e Gestão das cadeias produtivas com ênfase na apicultura com a equipe de mobilização social FETRAECE/PDHC- Sertão Central, além dos 15 mobilizadores/as sociais e a coordenação, Rosa e Erbenia, estavam presentes o assessor de Política Agrária da FETRAECE, Vital, o diretor de Políticas Agrárias do STTR de Quixeramobim, Rogério.
A atividade teve o conteúdo teórico sobre a organização, gestão e créditos que potencializam a cadeia produtiva da apicultura, e trabalhos na prática voltados para produção de cosméticos: (Xampu – condicionador - loção para espinhas - sabonete líquido - sabonete glicerinado - pomada cicatrizante) à base de mel com a facilitação da instrutora Iraci Loiola.
Os mobilizadores/as sociais motivados com o aprendizado e muitos satisfeitos com os conhecimentos teóricos e práticos obtidos por meio de mais uma formação do plano anual de atividades da equipe propiciada pela parceria da FETRAECE com o Projeto Dom Helder Câmara, reafirmam sua missão e compromisso de continuar disseminando e multiplicando cada informação/formação adquirida que venha a contribuir no processo de fortalecimento das cadeias produtivas e no desenvolvimento social dos/as agricultores/as familiares. Os mesmos/as bem antes te retornarem para suas comunidades/assentamentos já planejaram atividades mais direcionadas aos grupos de jovens e mulheres objetivando repassar o aprendizado, a fim de despertar nos grupos a vontade de organizar-se sobre a possibilidade de tornar a produção de cosméticos a base de mel uma atividade complementar dos grupos de apicultores/as.
A atividade teve o conteúdo teórico sobre a organização, gestão e créditos que potencializam a cadeia produtiva da apicultura, e trabalhos na prática voltados para produção de cosméticos: (Xampu – condicionador - loção para espinhas - sabonete líquido - sabonete glicerinado - pomada cicatrizante) à base de mel com a facilitação da instrutora Iraci Loiola.
Os mobilizadores/as sociais motivados com o aprendizado e muitos satisfeitos com os conhecimentos teóricos e práticos obtidos por meio de mais uma formação do plano anual de atividades da equipe propiciada pela parceria da FETRAECE com o Projeto Dom Helder Câmara, reafirmam sua missão e compromisso de continuar disseminando e multiplicando cada informação/formação adquirida que venha a contribuir no processo de fortalecimento das cadeias produtivas e no desenvolvimento social dos/as agricultores/as familiares. Os mesmos/as bem antes te retornarem para suas comunidades/assentamentos já planejaram atividades mais direcionadas aos grupos de jovens e mulheres objetivando repassar o aprendizado, a fim de despertar nos grupos a vontade de organizar-se sobre a possibilidade de tornar a produção de cosméticos a base de mel uma atividade complementar dos grupos de apicultores/as.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Mobilização Social FETRAECE/PDHC Inhamuns realiza oficina sobre cadeia produtiva em Avicultura
A Equipe de Mobilização Social da FETRAECE/PDHC do Território Sertão dos Inhamuns realizou nos dias 23 e 24 de Junho de 2011 uma Oficina sobre a cadeia produtiva de avicultura, a oficina foi raelizada na comunidade de Irapuá no Municipio de Nova Russas, estiveram participando da Oficina todos/as mobilizadores/as sociais e representantes dos grupos de avicultura do Território, a Oficina teve como facilitador o Diretor Técnico da Inhamuns Assessoria, José Medeiros. A atividade teve como objetivo principal:
· Capacitar mobilizadores/as sociais e representação dos grupos de avicultura do Território do PDHC sobre apoio ao acompanhamento aos projetos de avicultura
· Dialogar sobre as formas de manejo
segunda-feira, 6 de junho de 2011
MOBIIZAÇÃO SOCIAL APOIA PROJETO PETROBRÁS/ SUPORTE FORRAGEIRO
A mobilização social da FETRAECE/PDHC faz o acompanhamento do projeto de suporte forrageiro financiado pela PETROBRÁS em todas as comunidades que são acompanhadas pelo PROJETO DOM HELDER CÂMARA do território Inhamuns/Crateús beneficiando aproximadamente 175 famílias de agricultores(as) familiares. O projeto tem como objetivo produzir de forma sustentavel alimentação de qualidade com o consórcio de plantas forrageiras (palma, leucena, gliricídia) para animais de pequeno porte, com foco na cadeia da ovinocaprinocultura.
MOBILIZAÇÃO SOCIAL PARTICIPA DO GRITO DA TERRA BRASIL 2011
A mobilização social da FETRAECE/PDHC, esteve presente no 17º Grito da Terra Brasil realizado nos dias 17 e 18 de maio em Brasilia-DF. Evento de massa promovido pelo MSTTR ( Movimento Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais), que reivindica do governo federal, políticas públicas de acesso a terra, saúde, educação voltada para a realidade do campo, assistência técnica, habitação, crédito, comercialização para agricultores(as) familiares de todo o Brasil. Com essas ações estamos fortalecendo a agriculura famíliar com geração de emprego e renda, garantindo a permanência do homem, da mulher e do jovem no campo.
MOBILIZAÇÃO SOCIAL APOIA CRIAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO DOS APICULTORES DE TAMBORIL
A mobilização social da FETRAECE/PDHC, vem contribuindo de forma participativa com o fortalecimento da cadeia produtiva da apicultura no municipio de Tamboril. Participamos de um seminário com SEBRAE,BNB,PDHC,STTR, SECRETARIA DE AGRICULTURA DO MUNICIPIO e outros parceiros, com o objetivo de sensibilizar os agricultores familiares a desenvolver a atividade. Nesse processo de organização já aconteceu um curso com a partcipação de 32 famílias entre apicultores que já desenvolvem a atividade e outros que pretendem desenvolver, irá acontecer dia 27 de junho uma reunião com o Banco do Nordeste com o objetivo de apresentar e discutir sobre linhas de crédito para financiamento de projetos para a apicultura, na mesma reunião será agendada uma data com os representantes das comunidades para estudar o estatuto da associação.
Papel do/a mobilizador/a
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO
FUNDO INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO DA AGRICULTURA – FIDA
SECRETARIA DE SENVOLVIMENTO TERRITORIAL - SDT
PROJETO DOM HELDER CAMARA
TERMO DE REFERÊNCIA FETRAECE/PDHC
MOBILIZADORES SOCIAIS NAS ÁREAS DE ASSENTAMENTO E COMUNIDADES DE AGRICULTURA FAMILIA
ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES:
· Mediar, facilitar, articular, sensibilizar e fazer o elo de ligação entre as famílias;
· Construir a integração entre os (as) agricultores (as) familiares e assentados (as);
· Articular as famílias com o Comitê Territorial, com o poder público, com a ULS e com as Parceiras;
· Monitorar as ações do PDHC junto às famílias;
· Informar, animar e facilitar a organização das famílias;
· Mobilizar as famílias envolvidas no PDHC para a participação em encontros, reuniões e trabalhos coletivos;
· Conhecer bem as diretrizes, ações, propostas e projetos do PDHC:
· Acompanhar continuamente as famílias e manter-se informado sobre o que pensam da assessoria técnica permanente desenvolvida pelas parceiras;
· Conhecer os planos operativos das parceiras e suas agendas de trabalho junto às famílias;
· Articular, incentivar e motivar grupos de interesse (jovens, mulheres, negros, índios, entre outros);
· Apoiar a cultura, incentivar grupos culturais;
· Apoiar a organização para as atividades produtivas, como avicultura, hortas, caprinocultura, apicultura, acesso a crédito, etc;
· Capacitar as associações e/ ou estimular as pessoas a se capacitarem;
· Apoiar e estimular as famílias a participarem das entidades organizativas de base;
· Estimular o protagonismo e a articulação dos movimentos sociais.
· Apoiar as parceiras na realização de levantamentos e cadastros junto às famílias.
QUALIFICAÇÃO
MOBILIZADOR (A) SOCIAL:
· É desejável que tenha no mínimo o Ensino Fundamental I;
· Habilidade para conduzir reuniões e assembléias;
· Habilidade em redigir atas e relatórios;
· Habilidade para trabalhar em equipe e tomar iniciativas;
· Habilidade em comunicação oral e escrita
terça-feira, 22 de março de 2011
Mobilizadores/as participam em audiência pública sobre uso de agrotóxicos
Mobilizadores/as sociais da FETRAECE/PDHC participaram no dia 17 de Março da audiência pública realizada na câmara municipal de Quixadá. Atividade esta realizada pelos STTR’’s (Choro, Quixadá, Banabuiú, Quixeramobim), Regional da FETRAECE, ONGs (CETRA/SETAH), CPT-CE, Instituto Antonio Conselheiro e organizações sociais pertencentes ao Fórum microrregional pela vida no Semi Árido do Sertão Central para discutir a problemática do uso de agrotóxicos e a contaminação das águas- AGROTÓXICO NO SERTÃO CENTRAL E SEUS IMPACTOS PARA SAÚDE HUMANA E O MEIO AMBIENTE- ÁGUAS PARA VIDA, sendo esta uma ação da semana das águas 2011.
Os mobilizadores/as sociais foram convocados/as pelas entidades, intuições acima mencionadas para inserirem-se nesta ação desde processo de preparação da programação na obtenção de informações locais referente ao assunto até o processo de mobilização de agricultores/as para participarem da atividade. Os/as mesmos/as realizaram um diagnóstico com agricultores ainda usuários de agrotóxicos de comunidades/assentamentos acompanhados pelo PDHC, e em contraposição apresentarão uma síntese de agricultores/as já sensibilizados que trabalham com métodos alternativos/agroecológico.
A pesquisa foi orientada por perguntas descritas abaixo, e o instrumento para fundamentação da mesma foi o diálogo sem utilização de formulário para este fim. As perguntas foram feitas a agricultores/produtores que assumem usar em suas áreas de cultivo, e outros que não assumem o uso, em cada área o número de pessoas que se estabeleceu esta conversa variou de três á seis pessoas.
PERGUNTAS:
1. Onde é obtido o agrotóxicos/veneno/herbicida?
2. Quais são os agrotóxicos/veneno/herbicida mais utilizado?
3. Qual a freqüência de aplicação?
4. Quais equipamentos de proteção usados na aplicação?
5. Qual o destino dado aos frascos de agrotóxico/veneno após utilização?
6. Você faz leitura ou solicita á alguém que leia as informações do rotulo das embalagens?
RESPOSTAS:
1. No comércio das cidades locais ou circunvizinhas (casas veterinárias, usinas que beneficiam algodão) ou através de vendedores dos próprios comércios ou vendedores particulares que procuram pessoalmente os agricultores/produtores em suas comunidades/assentamentos, e sempre usam uma fala convincente sobre o produto tais como: Será mais lucrativo financeiramente aplicar o agrotóxico do que pagar a mão de obra humana ou usar o cultivador (mas nunca repassa informações sobre os danos causados ao meio ambiente e a própria saúde humana, Mem muito menos ler as indicações do rótulo)! O seu tempo destinado aos cuidados com a lavoura será reduzido pela metade! As pragas e o mato não interromperão o crescimento da lavoura que produzirá melhor! E você não se arrependerá de fazer este investimento!
2. O FOLHA LARGA/MATA TUDO (ambos usados contra o crescimento de plantas invasoras na lavoura, matar lagarta e outros insetos)- CARRAPATICIDA (aplicado nos bovinos contra mosca branca e carrapato, utilizado por alguns em hortaliças contra mosca branca)- GRANULADO (muito utilizado para formigueiros).
3. È aplicado quando a lavoura já está em sua fase de desenvolvimento. Na primeira aplicação foi afirmado que muitas vezes se coloca acima do indicado de ml do agrotóxico ao misturá-lo com água ou para ficar mais forte misturam-se os dois agrotóxicos (FOLHA LARGA- MATA TUDO) posteriormente se aplica uma segunda vez, em muitos casos á área de aplicação pode está plantada ou não em alguns casos são próximas á margens de açudes, rios ou riachos.
4. Alguns usam: as botas, blusas de mangas compridas, pano para cobrir a narina, calça comprida, boné ou chapéu. Outros aplicam sem usar: botas, blusas, máscara ou pano para cobrir a narina, calça comprida, óculos, luvas e á roupa que usa em uma aplicação são usadas no dia seguinte para o mesmo fim. Ainda usam máquinas com defeitos que derramam o liquido do veneno sobre o corpo.
5. São deixados no próprio local da aplicação, queimados ou poucos são enterrados, em alguns casos reutilizam as embalagens para colocar outros tipos de venenos.
6. Não.
Contrapondo a esta realidade descrita acima outros agricultores/as de algumas das mesmas áreas já sensibilizados/as através de capacitações/formações e experimentações incentivadas e desenvolvidas através de ações do PDHC e de outras entidades e instituições substituem os agrotóxicos/venenos por alternativas agroecológicas para cuidar da plantação, controlar ataques de insetos, preservarem o solo, a biodiversidade, a saúde humana e animal.
Utilizam defensivos naturais, caldas nutritivas, biofertilizante que são adquiridos aparte de elementos produzidos pela própria natureza sem custo financeiro adicional, reaproveitando toda matéria prima e orgânica. Um fator que os desfavorecem é que ainda são afetados/as pelas aplicações dos que irracionalmente usam agrotóxico.
Este conteúdo foi repassado para a Dra. Alice Pequeno- (Escola de Saúde Pública do Ceará), facilitadora da discussão que incluiu na sua apresentação os resultados obtidos pelo diagnóstico realizado. A mesma apresentou informações reais e diversas sobre os impactos irreversíveis e danosos causados a saúde humana e meio ambiente, pelo uso intensivo dos agrotóxicos onde o problema se agrava quando os venenos são utilizados em larga escala nas monoculturas do agronegócio, braço rural do capitalismo assassino de vidas.
Agricultores/as de comunidades/assentamentos acompanhados e não acompanhados pelo PDHC dos municípios que compõem o Fórum Microrregional Pela Vida no Semiárido- Sertão Central também foram mobilizados/as e se fizeram presentes durante toda discussão. Vale ressaltar que a audiência foi um espaço para debate, considerações, manifestação de grito contra o uso de agrotóxicos, provocando as autoridades municipais presentes a fortalecer as ações agroecológicas já desenvolvidas por agricultores/as familiar apoiados por entidades, instituições e projetos ao exemplo do PDHC.
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